21 de abril de 2024
Specialized Dolce Evo - Foto: Divulgação

Specialized promove cicloviagem para testes de sua nova bicicleta Dolce Evo

Durante três dias, seis mulheres de diferentes faixas de idade colocarão as rodas na estrada e pedalarão com o novo modelo de bike da Specialized entre São Paulo e a região do Alto Tietê, no Vale do Paraíba

Criadora da Escola de Bicicleta Ciclofemini, a administradora de empresas Claudia Franco, em parceria com a Specialized, reunirá cinco amigas neste fim de semana de feriado prolongado para fazer uma viagem especial. O sexteto vai colocar as rodas na estrada por três dias, pilotando a nova bike Dolce Evo e levando apenas o básico na bagagem. A ideia é testar a bicicleta e mostrar que mulheres de diferentes faixas de idade podem pedalar e sentir o gostinho de liberdade e aventura mundo afora.

O ponto de partida da cicloviagem Dolce Evo Trip – Specialized será o vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), nesta sexta-feira (20), às 6h30 da manhã. “Nosso destino será a região do Alto Tietê, no Vale do Paraíba (SP). Vamos conhecer e explorar os pontos turísticos de Mogi das Cruzes e Guararema, locais de histórias surpreendentes e muitas belezas naturais”, conta Claudia Franco. Da Avenida Paulista, no coração de São Paulo, as seis ciclistas pedalarão até a Estação da Luz, onde pegarão um trem para Mogi das Cruzes, acomodando-se no último vagão, onde é permitido entrar com as bicicletas.

Ao término dessa viagem de trem, na estação Estudantes (Linha 11 – Coral), elas irão rodar cerca de 50 km passando pelo centro da cidade de Mogi das Cruzes e desbravarão estradas de asfalto e de terra do município. Pernoitarão na cidade e, na manhã de sábado (21), seguem rumo a Guararema. “No segundo dia serão entre 60 a 70 km de pedal por uma região rica em natureza e atrações histórico-culturais”, relata Claudia, experiente nesse tipo de viagem.

As seis ciclistas passarão a noite em Guararema e no domingo (22), o terceiro e último dia do passeio, ainda farão alguns passeios pela região. No início da tarde, pegarão novamente o trem de volta a São Paulo. Durante o percurso, elas serão acompanhadas pelo fotógrafo Guto Gonçalves, do Estúdio13, especializado em esportes, e também farão registros pessoais – dividindo suas experiências em seus canais de comunicação e redes sociais. A ideia é reunir vasto material para a produção de reportagens e um documentário.

As ciclistas da cicloviagem Dolce Evo Trip – Specialized

Claudia Franco - Foto: Divulgação
Claudia Franco – Foto: Divulgação

Claudia Franco, 54 anos, criadora da Escola de Bicicleta Ciclofemini – Administradora e analista de sistemas, ela trilhou uma carreira de sucesso no ramo da informática e montou a própria consultoria. Porém, trocou sua trajetória consolidada de 32 anos entre grandes empresas para ganhar a vida sobre duas rodas. Tudo começou há cinco anos, às vésperas de seus 49 anos, quando um amigo a convidou para participar de uma competição de mountain bike na Patagônia.

“Como sempre curti um desafio, aceitei o convite na hora. O único ‘detalhe’ era que eu não sabia nem subir na bicicleta”, conta. Com uma bike emprestada, ela deu início a seu autoaprendizado e criou um blog para dividir suas experiências e conquistas – trabalho que resultou na criação e na consolidação da Ciclofemini Escola de Bicicleta, em São Paulo. Atualmente Claudia se dedica a ensinar pessoas a descobrirem um mundo novo com a bicicleta. “Colocar alguém para pedalar é como soltar um passarinho da gaiola”.

Ana Paula Urzedo, 44 anos, médica dermatologista – Sempre gostou de pedalar, mas como lazer. Há alguns anos, observando pessoas treinando na estrada, passou a alimentar o sonho de ter uma bicicleta de performance e a levar mais a sério a atividade. “Em uma viagem a Nova Iorque (EUA), há três anos, finalmente comprei uma speed. Minhas amigas da academia se animaram também, mas treinávamos juntas esporadicamente. Na maior parte das vezes ia pedalar sozinha. E numa dessas conheci a Claudia Franco, que me convidou para participar do Pelotão Ciclofemini. Fiquei super feliz, agora tenho companhia para treinar e viajar”, diz.

Marina Richwin - Foto: Divulgação
Marina Richwin – Foto: Divulgação

Marina Richwin, 27 anos, analista de marketing – Desde muito pequena, Marina experimentou todos os esportes. “Ia para o clube e a cada semana me inscrevia em um tipo de aula: pratiquei de basquete e ginástica olímpica a futebol e judô. Mas foi com 17 anos que me encontrei: conheci a corrida de aventura e me apaixonei. Comecei a treinar sério e nunca mais parei. Atualmente corro e pedalo quase todos os dias e remo de vez em quando”.

A bicicleta, em especial, é muito mais que um esporte para Marina. “É meu meio de transporte diário, me traz liberdade e um enorme sentimento de independência e bem-estar.” Apesar de todo envolvimento com a bike, essa será sua primeira cicloviagem. “Acredito que será uma forma incrível de autoconhecimento, oportunidade única de conhecer novos lugares e novas pessoas e, claro, de me divertir muito”.

Marjorie Vieira Batista, 39 anos, médica infectologista – Apaixonada por esportes, em especial os que têm contato com a natureza e com outras pessoas, a vida toda Marjorie usou a bike como meio de transporte. “Mas eu queria mais: sempre assistia as competições de road bike e ficava impressionada com os pelotões”, conta. Somente em julho desse ano decidiu comprar sua bicicleta. “O primeiro passo foi procurar uma assessoria para praticar o esporte com segurança. E num catálogo que recebi, li uma matéria da Claudia Franco. Não pensei duas vezes e entrei em contato para agendar aulas de sapatilha e pilotagem. Então ela me convidou para participar do grupo e hoje treinamos três vezes por semana, religiosamente.”

Noemi Mazzaro, 32 anos, trade marketing – Ficar parada nunca foi com ela. “Amo praticar esporte e não importa o dia ou o horário. Sempre gostei muito de academia e não faltava às aulas de musculação por nada. E depois que conheci o ciclismo, me apaixonei. A bike me mostrou um mundo diferente, trouxe novos amigos e a vontade de buscar a superação de meus limites”, diz. É isso que Noemi espera da viagem. “Quero concluir mais esse desafio com muita garra e alegria”.

Yara Achôa - Foto: Divulgação
Yara Achôa – Foto: Divulgação

Yara Achôa, 49 anos, jornalista – Começou a correr há 10 anos e o esporte mudou sua vida. “Foi um divisor de águas: emagreci, melhorei a autoestima, descobri uma força que eu nem sabia que tinha, além de transformar minha trajetória profissional. Afinal, depois disso, foquei meu trabalho nas áreas de saúde, bem-estar e esportes”, revela. E foi longe em suas conquistas. “Completei sete maratonas entre inúmeras outras provas”. Há cinco anos, Yara passou a usar a bicicleta como meio de transporte, fazendo pequenos deslocamentos pela cidade.

“Quando a Claudia me chamou para essa cicloviagem, minha reação foi perguntar: ‘sério, você está mesmo me convidando?’ Eu tenho fôlego e bagagem de corredora, mas sei que bicicleta é diferente. Então, desde o final de agosto, além dos meus treinos de corrida e academia, passei a pedalar mais forte com o Pelotão Ciclofemini na ciclovia, aumentando a quilometragem e a velocidade. Foi uma emoção fazer meu primeiro longo. Posso dizer que fui dos 8 aos 80 quilômetros em pouco tempo e encontrei na bike uma nova paixão”.

A bicicleta – A Dolce Comp Evo é a bike que vai ajudar essas seis mulheres a descobrirem “onde aquela trilha vai dar”, locais pelos quais muito poucos chegam… Desenvolvida para enfrentar qualquer aventura em estradas, terrenos acidentados e de cascalho com conforto e segurança, é o veículo de escape para todas as pedaladas. Sempre pronta para encarar desafios e construída com geometria feminina para endurance, a pilotagem estável ajuda a superar os limites, tanto em termos físicos quanto geográficos. Os enxertos Zertz no garfo, por sua vez, amortecem as vibrações do caminho proporcionando pedaladas muito mais macias e divertidas.

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