15 de junho de 2024
Estação do Bike Sampa na Vila Mariana (zona sul); dez pontos foram fechados no centro - Foto: Bruno Namorato / SM2 Fotografia

Após furto e vandalismo, 10 estações de bikes fecham no centro de SP

Estação do Bike Sampa na Vila Mariana (zona sul); dez pontos foram fechados no centro - Foto: Bruno Namorato / SM2 Fotografia
Estação do Bike Sampa na Vila Mariana (zona sul); dez pontos foram fechados no centro – Foto: Bruno Namorato / SM2 Fotografia

Dez estações do Bike Sampa, projeto de compartilhamento de bicicletas, foram fechadas na região central de São Paulo durante o mês de janeiro. Os operadores do projeto tomaram a decisão por causa de furtos e atos de vandalismo praticados nas estações.

O Bike Sampa é operado pelas empresas Serttel e Samba em parceria com a Prefeitura de São Paulo e o Itaú Unibanco. Em nota, o Itaú afirmou que o projeto “vem encontrando dificuldades em algumas estações na região central da cidade de São Paulo”.

De acordo com o comunicado, as estações Glicério, Vai-Vai e Barão do Iguape foram alvo de furtos e atos de vandalismo nas últimas semanas. Elas estavam em funcionamento desde outubro. “Pelos mesmos motivos citados acima, as estações praça da Sé, Santo Antônio, República, Liberdade, Anhangabaú, Mercado Municipal e São Bento foram temporariamente desativadas”.

Nas três primeiras estações, os gestores do Bike Sampa preferiram retirar todo o mobiliário. A intenção é instalar os equipamentos em outros locais. A estrutura das outras sete estações foi mantida, mas não há bicicletas à disposição dos usuários.

O Itaú não informa o número de bicicletas furtadas nem o prejuízo causado pelos atos no centro. Cada estação do projeto possui, em média, dez bicicletas.

Estações do Bike Sampa desativadas em São Paulo por causa de furtos e atos de vandalismo
Estações do Bike Sampa desativadas em São Paulo por causa de furtos e atos de vandalismo

O banco afirma que avalia, com a Sertell e os “órgãos públicos”, as “melhores medidas para o perfeito funcionamento do projeto na região central”. Ainda de acordo com o Itaú, o Bike Sampa mantém 16 estações ativas no centro e pretende reativar as outras dez.

Inaugurado em 24 de maio de 2012, o projeto proporcionou 600 mil viagens de bicicleta até este mês. O contrato do Bike Sampa vigora até o fim de 2014. Os operadores têm de instalar 300 estações na cidade, totalizando 3.000 bicicletas. Até o momento, 142 estações foram instaladas, ou seja, menos da metade prevista.

Para usar uma bicicleta do Bike Sampa é preciso fazer um cadastro via internet. Só há cobrança de viagens com duração acima de uma hora. É possível usar o Bilhete Único para pagar o serviço.

Fonte: UOL

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