20 de junho de 2024
Jonathan Tiernan-Locke - Foto: Getty Images

Mais um caso de doping abala o ciclismo europeu

Jonathan Tiernan-Locke - Foto: Getty Images
Jonathan Tiernan-Locke – Foto: Getty Images

Jonathan Tiernan-Locke, ciclista britânico da equipe Sky, enfrentará um processo disciplinar após suas análises de amostras biológicas terem apontado “potenciais discrepânicas”. O atleta se junta a Danilo di Luca, antigo campeão do Giro d’Italia e o multicampeão Lance Armstrong, ambos banidos para sempre do esporte, no grupo dos ciclistas que encaram problemas com o doping.

Aos 28 anos de idade, Tiernan-Locke venceu, pela sua equipe, no ano passado, o Tour da Grã-Bretanha, tornando-se o primeiro ciclista de seu país a vencer a prova desde 1993. Ele nega qualquer acusação. “Tiernan-Locke nega veementemente as acusações apresentadas contra ele e informa à União Ciclística Internacional (UCI) que pretende contesta-las totalmente”, informou comunicado da empresa responsável pela gestão da carreira do atleta.

Já a equipe pela qual Tiernan-Locke compete, a Team Sky, emitiu um comunicado separadamente. “Nós entendemos que a violação foi marcada por uma anomalia nas amostras biológicas, em uma leitura tirada antes do ciclista ter assinado com essa equipe”, garantiram. Ele assinou com a Sky em setembro deste ano. Na temporada passada Tiernan-Locke competia pela Endura Racing.

“Jonathan Tiernan-Locke não vai pedalar para a Team Sky ou participar de quaisquer atividades da equipe – incluindo campos de treinamento e todas as tarefas da equipe – até que uma decisão seja tomada neste processo de audiência disciplinar”, informou a Team Sky.

A UCI confirmou a notícia, conforme veiculou a BBC britânica, acrescentando a responsabilidade da Grã-Bretanha. “Em conformidade com as regras antidoping, a UCI pediu à sua federação nacional (da Grã-Bretanha) que instaure um processo disciplinar também”, traz o comunicado da UCI.

Por fim, um porta-voz do ciclismo britânico afirmou que o processo correrá com restrições de confidencialidade impostas pelas regras antidoping do país e da UCI, justificando o fato de que sua federação não comentaria mais nada sobre o caso.

Fonte: Esporte Alternativo

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